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Validador de CPF e CNPJ

Confere os dígitos verificadores de CPF e CNPJ, inclusive o CNPJ alfanumérico, e mostra a conta

Em resumo

Um CPF é válido quando os dois últimos números batem com a conta do módulo 11: no CPF 111.444.777-35 a primeira soma dá 162, o resto da divisão por 11 é 8 e o dígito é 3; a segunda soma dá 204, resto 6, dígito 5. O CNPJ usa outros pesos e, desde julho de 2026, aceita letras nas doze primeiras posições — nelas cada caractere vale o código ASCII menos 48, então A vale 17 e Z vale 42.

Um CPF é válido quando os dois últimos números batem com a conta: cada uma das nove primeiras casas é multiplicada por um peso de 10 a 2, a soma é dividida por 11, e o dígito é 0 se o resto for menor que 2 ou 11 menos o resto. No CPF 111.444.777-35 a primeira soma dá 162, o resto é 8 e o dígito é 3; a segunda soma dá 204, resto 6, dígito 5. O CNPJ segue a mesma ideia com outros pesos e, desde julho de 2026, aceita letras nas doze primeiras posições.

Pode digitar com ou sem pontos. O CNPJ também pode ter letras — é o formato novo, em vigor desde julho de 2026.

Esta página confere apenas os dígitos verificadores — a conta que todo formulário brasileiro faz antes de aceitar um cadastro. Ela não diz se o número existe, a quem pertence ou se a empresa está ativa; para isso valem as consultas oficiais da Receita Federal. E ela não gera números: um gerador serve sobretudo para preencher formulários com dados inventados.

Base legal do CNPJ alfanumérico: Instrução Normativa RFB nº 2.229, de 15 de outubro de 2024.

Isso foi útil?

Perguntas frequentes com valores concretos

Como saber se um CPF é válido?

Confira os dois últimos números, que são calculados a partir dos nove primeiros pelo módulo 11. Cole o número na calculadora acima e ela faz a conta e mostra o caminho. Vale lembrar que isso confere apenas a consistência: um CPF pode passar na conta e mesmo assim nunca ter sido emitido.

Qual a regra para um CPF válido?

Multiplique as nove primeiras casas por pesos de 10 a 2, some os produtos e divida por 11. Se o resto for menor que 2, o primeiro dígito é 0; senão é 11 menos o resto. Repita com as dez primeiras casas e pesos de 11 a 2 para o segundo dígito. Em 111.444.777-35 isso dá 3 e 5.

Como validar se um CNPJ é válido?

A conta é a mesma do CPF com outros pesos: 5, 4, 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 para o primeiro dígito e a mesma sequência deslocada para o segundo. A soma é dividida por 11 e o dígito sai do resto. Desde julho de 2026 as doze primeiras posições podem ter letras, e a calculadora acima aceita os dois formatos.

O que muda no CNPJ alfanumérico?

As doze primeiras posições passam a aceitar letras, porque as combinações só de números estavam acabando. Os dois dígitos verificadores continuam numéricos e a conta continua a mesma, com um detalhe: cada caractere vale o código ASCII menos 48. Assim A vale 17, B vale 18 e Z vale 42. A base legal é a Instrução Normativa RFB nº 2.229/2024.

Por que 111.111.111-11 não é um CPF válido?

Porque a Receita Federal descarta as sequências de dígitos repetidos, embora elas passem na conta do módulo 11 — nas dez sequências de CPF os dígitos verificadores realmente batem. São o preenchimento preguiçoso mais comum em formulários, e por isso todo validador sério as rejeita antes de calcular. No CNPJ elas também são recusadas, mas aí só 00.000.000/0000-00 passaria na conta.

O validador diz se o CPF existe ou de quem é?

Não. Ele confere se os dígitos verificadores são consistentes, que é a checagem feita por qualquer formulário antes de aceitar um cadastro. Se o número foi emitido, a quem pertence e qual a situação cadastral só as consultas oficiais da Receita Federal respondem, e elas pedem outros dados.

Como saber se um CNPJ é confiável?

A conferência do dígito não serve para isso — ela só mostra que o número é bem formado. Para saber se a empresa existe e está regular, use a consulta de situação cadastral da Receita Federal, que informa se o CNPJ está ativo, suspenso, inapto ou baixado, além da atividade e do endereço declarados.

Por que esta página não gera CPF ou CNPJ?

Porque um número gerado passa na conta mas não pertence a ninguém, e o uso prático disso é preencher cadastro com dado inventado. A conferência tem um propósito claro e cotidiano: quem digitou um número real quer saber se errou uma tecla. É nisso que esta página fica.

Como calcular o dígito verificador na mão?

Escreva o número sem pontos, alinhe os pesos abaixo de cada casa e multiplique par a par. Some tudo e divida por 11, guardando o resto. Resto 0 ou 1 dá dígito 0; qualquer outro dá 11 menos o resto. Depois repita incluindo o dígito que você acabou de achar. A calculadora acima mostra essa conta escrita por extenso.

Como a conta do CPF funciona

Os dois últimos números de um CPF não são escolhidos: eles são calculados a partir dos nove primeiros. Cada casa é multiplicada por um peso — de 10 a 2 para o primeiro dígito, de 11 a 2 para o segundo —, os produtos são somados e a soma é dividida por 11. Se o resto for menor que 2, o dígito é 0; caso contrário, é 11 menos o resto.

No CPF 111.444.777-35: a primeira soma dá 162, o resto da divisão por 11 é 8, então o dígito é 11 − 8 = 3. Para o segundo, o 3 entra na conta e a soma dá 204, resto 6, dígito 5. É por isso que trocar um único número quase sempre derruba a validação — o erro de digitação é justamente o que esse mecanismo pega.

O CNPJ agora pode ter letras

Desde julho de 2026 o CNPJ é alfanumérico. A mudança veio da Instrução Normativa RFB nº 2.229, de 15 de outubro de 2024, e o motivo é simples: as combinações só de números estavam acabando. O novo formato mantém as 14 posições — oito para a raiz, quatro para a ordem do estabelecimento e duas para os dígitos verificadores —, mas as doze primeiras podem trazer letras. Os dois dígitos verificadores continuam numéricos.

A conta é a mesma de sempre, com um detalhe: cada caractere vale o seu código na tabela ASCII menos 48. Para os números isso não muda nada, porque '0' vira 0 e '9' vira 9; para as letras, 'A' vale 17, 'B' vale 18 e assim por diante até 'Z', que vale 42. Um CNPJ antigo, só de números, é apenas um caso particular da mesma rotina — a mesma conta valida os dois formatos.

Os números de dígitos repetidos

Sequências de CPF como 111.111.111-11 ou 000.000.000-00 passam na conta do módulo 11: os dígitos verificadores realmente batem. Mesmo assim não valem em lugar nenhum, porque a Receita Federal as trata como inválidas justamente por serem o preenchimento preguiçoso mais comum. No CNPJ a coincidência é rara — só 00.000.000/0000-00 fecha a conta —, mas a recusa é a mesma. Todo validador sério descarta essas sequências antes de calcular, e esta página faz o mesmo.

O que a conferência não diz

Conferir o dígito verificador é a checagem que qualquer formulário brasileiro faz antes de aceitar um cadastro — e só isso. Ela não diz se o número foi realmente emitido, a quem pertence, se a situação cadastral está regular ou se a empresa existe. Para isso valem as consultas oficiais da Receita Federal, que exigem outros dados. Quem procura saber se um CNPJ é confiável precisa da consulta de situação cadastral, não de um dígito.

Por que aqui não há gerador

Boa parte das páginas sobre o assunto gera CPFs e CNPJs válidos. Um número gerado passa na conta, mas não pertence a ninguém — e o uso prático disso é preencher cadastro com dado inventado. Esta página fica na conferência, que é o que serve a quem está digitando um número real e quer saber se errou uma tecla.

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